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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

MAU COMPORTAMENTO E AGRESSIVIDADE NA INFÂNCIA

Muitas crianças agressivas ou com mau comportamento apresentam, na verdade, um sofrimento psíquico.

Ao contrário do que se pensava, os transtornos mentais podem iniciar-se já na fase infantil, sendo então bastante devastadores na vida do indivíduo. A alteração comportamental é uma das maneiras mais comuns da criança manifestar tristeza, medo, ansiedade, inveja, baixa auto-estima, ou sofrimentos psíquicos de outra natureza. É incomum que a criança consiga verbalizar seu sofrimento.

Ela ainda não possui linguagem e pensamento amadurecidos para isso. Isto acontece porque a criança encontra-se ainda em DESENVOLVIMENTO e, a imaturidade dos seus sistemas nervoso e emocional faz com que ela tenha muito mais manifestações comportamentais do que verbais. As crianças podem tornar-se agressivas, terem queda de seu rendimento escolar ou mesmo mudarem sua "personalidade" em decorrência de um estresse emocional ou até mesmo um transtorno psiquiátrico mais sério. O mau-comportamento deve servir de alerta aos pais, para procurarem ajuda para seus filhos. O diagnóstico e tratamento precoces podem evitar isto!

Costumamos graduar o mau-comportamento de crianças e adolescentes segundo a seguinte escala:

desobediência

mentira

roubo

cabular aula

fuga

destruição

incendiarismo

abuso de drogas

crueldade

violência.

Esta escala descreve uma evolução do mau-comportamento em termos de gravidade e de evolução ao longo da vida, ou seja: crianças pequenas que começam a apresentar desobediência, e que não foram adequadamente orientadas pelos pais, poderão usar drogas e cometer atos violentos na adolescência.

DESOBEDIÊNCIA - desobedecer significa contrariar a autoridade do outro, quer sejam os pais, professor, etc. Ela pode se manifestar de diversas maneiras: " passividade: a criança ouve, fica quieta e faz o que quer; " enfrentamento pela negativa: "não quero"; "não vou"; " negativismo, ou seja, agir pelo não: faz exatamente o contrário do que lhe foi solicitado. Muitas crianças pequenas desobedientes apresentam, na verdade, o que chamamos Transtorno Opositor Desafiante: é um padrão constante e repetitivo de enfrentamento e desobediência, que acaba por interferir no desenvolvimento da personalidade da criança, tornando-a susceptível a desenvolver comportamentos mais sérios na adolescência/ vida adulta, como uso de drogas ou delinqüência.

MENTIRA - é uma atitude voluntária de falsificar a verdade. Começa a aparecer em geral, após os 3 anos de idade. Antes disso, o que temos são fantasias e não mentiras propriamente ditas. Existem 3 principais motivos que levam uma criança a mentir: " quando teme alguma coisa (apanhar, por exemplo): quando as crianças não têm muita liberdade para expressarem seus sentimentos ou ações (um ambiente muito repressor e/ou violento), acabam aprendendo a mentir como forma de receberem menos punições; " quando quer alguma coisa: ambientes que nunca gratificam a criança podem fazer com que ela passe a mentir ou até simular doenças, para conseguir o que quer; " quando quer mostrar que conhece a falsidade: pessoas que cuidam de crianças (pais, cuidadores, professores, etc) e que possuem o hábito de mentir, inventar histórias, prometer coisas que depois não cumprirão, podem fazer com que as crianças passem a apresentar este mesmo tipo de comportamento, como espécie de imitação.

ROUBO - a partir dos 2 anos, a criança passa a ter noção do "meu" e do "teu"; dos 3 para 4 anos, ela passa de fato a ter noção de propriedade e, portanto, todo roubo que ela passar a realizar a partir daí, será consciente e acompanhado da noção de culpa. Devemos avaliar o que a criança rouba: é menos grave roubar um objeto bonito e que lhe chame muito a atenção do que roubar um objeto do cotidiano, que não tenha nenhum atrativo visual. Assim, não devemos medir a gravidade do ato de roubar de uma criança pelo valor do objeto mas sim, pela compreensividade daquele objeto ter despertado o interesse e a curiosidade daquela criança. Assim, roubar um lápis pode ser mais grave do que roubar um enfeite qualquer de cristal.

CABULAR AULAS - mais comum em crianças maiores, a partir do 6º. ano (antiga 5ª. série) do ensino fundamental. Esta "transgressão" pode estar associada a uma série de fatores: impaciência em permanecer na sala de aula; não acompanhamento do conteúdo escolar; seguir o grupo; sentimentos de inadequação com relação aos outros colegas de classe, entre outros. O ato de cabular aula, isoladamente, pode não ser nada de mais. Faz parte do desenvolvimento normal, principalmente na fase da adolescência, apresentar este tipo de comportamento. Cabe aos pais e à escola investigar as possíveis causas do comportamento e impedir novos episódios. Muitas vezes, entretanto, esta é a exteriorização de algum sofrimento psíquico-emocional pelo qual a criança ou o adolescente estejam passando. A ajuda de profissionais especializados nestes problemas e nesta faixa etária, poderá minimizar possíveis conseqüências desastrosas para o futuro.

FUGA - uma criança de 2 ou 3 anos pode já apresentar "escapadas" de casa: sair para ir à algum lugar. Há uma finalidade consciente, mas não há ainda uma consciência plena de "transgressão". Na fuga propriamente dita, além de haver maior clareza, por parte da criança, sobre seu "ato transgressor", não há uma finalidade no comportamento em si. Neste sentido, ele é muito mais preocupante e pode indicar presença de doenças psíquicas ou emocionais na criança.

DESTRUIÇÃO - geralmente indica uma descarga de agressividade. A maneira como o adulto lida com isso será fundamental para a evolução deste comportamento, que poderá ser benigna, com sua extinção ou maligna, com evolução para comportamentos delinqüênciais. Algumas doenças neurológicas ou psiquiátricas podem estar envolvidas e, crianças que apresentam episódios de destruição muito intensos ou muito freqüentes deverão ser vistas por um especialista.

INCENDIARISMO - é a destruição pelo fogo. Pode iniciar-se numa criança, apenas como forma de ela "medir" o seu poder. Mas pode evoluir de uma maneira bastante negativa, como forma de ato vingativo, tornando-se assim um ato delinqüencial. Neste caso, estará sempre ligado a aspectos de afetividade intensa (ódio, inveja, etc) e poucos recursos para conter estes afetos.

ABUSO DE DROGAS - as drogas alteram nosso estado de consciência e, em geral, trazem sensações físicas agradáveis, razão pela qual seus usuários buscam repetir seus efeitos, tornando-se assim dependentes. Em nosso meio, é cada vez mais precoce a experimentação de substâncias ilícitas. No adolescente a experimentação, por si só, não constitui um comportamento patológico; ela está incluída numa atitude global de busca por novas experiências que lhe façam sentido, na construção de uma identidade. Entretanto, alguns fatores de risco estão associados à manutenção deste uso: " A curiosidade natural do adolescente é um dos fatores de risco mais importantes, posto ser o que o moverá para experimentar a substância, estando assim sob risco de desenvolver dependência; " O fácil acesso às drogas e as oportunidades de uso; " Ser do sexo masculino (meninos experimentam mais do que as meninas); " Influência de modismos; " Condições familiares, tanto pelo aspecto genético (filhos de pais dependentes apresentam 4 vezes mais chance de o serem também) quanto pelos aspectos ambientais, fortemente relacionados ao início do uso; " Uso de drogas por pais e/ ou amigos; " Relacionamento ruim com os pais; " Fatores internos do adolescente, como insatisfação e não-realização em suas atividades, insegurança, baixa auto-estima e sintomas depressivos; " Baixo desempenho escolar. O uso de drogas afeta diretamente o desenvolvimento da criança e do adolescente, principalmente com relação às funções cognitivas (capacidade de raciocinar, aprendizagem, etc), capacidade de julgamento, humor e os relacionamentos interpessoais. Quanto mais precoce o início do uso, maiores serão as deficiências nestas áreas.

CRUELDADE - aqui, o impulso destrutivo não é movido pela emoção violenta, mas sim pelo prazer que o indivíduo sente em ver o sofrimento alheio, quer seja de outra pessoa ou um animal. Quanto menor a idade da criança, mais grave serão as conseqüências deste tipo de atitude em seu desenvolvimento.

VIOLÊNCIA E CONDUTA ANTI-SOCIAL - crianças e adolescentes com comportamentos violentos e "anti-sociais" recorrentes apresentam o que chamamos "Transtorno de Conduta". Dentre suas características, destacam-se: o tendência permanente para apresentar comportamentos que incomodam e perturbam; o envolvimento em atividades perigosas e até mesmo ilegais; o não apresentam sofrimento psíquico ou constrangimento com as próprias atitudes; o não se importam em ferir os sentimentos das pessoas ou desrespeitar seus direitos; o não possuem capacidade de aprender com as conseqüências negativas dos seu próprios atos. O transtorno de conduta está geralmente associado ao baixo rendimento escolar e a problemas de relacionamento com colegas. É importante lembrar que crianças vítimas de violência podem apresentar comportamentos anti-sociais como reação de estresse.

O tratamento para todos estes transtornos acima citados requer, muitas vezes, as abordagens psicoterápica, medicamentosa ou ambas. Sua duração é, em geral, bem menor que o tratamento do adulto e, quanto mais cedo for iniciado, menor a chance de evoluir para um transtorno crônico na vida adulta, com necessidade de tratamento para o resto da vida.

http://www.mentalhelp.com/psiquiatria_infantil.htm

Reflexão sobre a educação dos Pais

Como a vida era melhor quando a mamãe e o pai mandava em casa e na educação dos filhos, não os psicólogos.



Ensinamentos das MÃES DE ANTIGAMENTE:
Autor:- Rosival Muniz de Albuquerque
Pra lembrar, e rir.
Coisas que nossas mães diziam e faziam...
Era uma forma, hoje condenada pelos educadores e psicólogos,
mas funcionou com a gente e por isso não saímos seqüestrando a namorada, nem matando os outros por ai.

Minha mãe ensinou a VALORIZAR O SORRISO...
"ME RESPONDE DE NOVO E EU TE ARREBENTO OS DENTES!"

Minha mãe me ensinou a RETIDÃO.
"EU TE AJEITO NEM QUE SEJA NA PANCADA!"

Minha mãe me ensinou a DAR VALOR AO TRABALHO DOS OUTROS..
"SE VOCÊ E SEU IRMÃO QUEREM SE MATAR, VÃO PRA FORA. ACABEI DE LIMPAR A CASA!"


Minha mãe me ensinou LÓGICA E HIERARQUIA..-.
"PORQUE EU DIGO QUE É ASSIM! PONTO FINAL! QUEM É QUE MANDA AQUI?"

Minha mãe me ensinou o que é MOTIVAÇÃO...
"CONTINUA CHORANDO QUE EU VOU TE DAR UMA RAZÃO VERDADEIRA PARA VC CHORAR!"


Minha mãe me ensinou a CONTRADIÇÃO...
" FECHA A BOCA E COME!"

Minha Mãe me ensinou sobre ANTECIPAÇÃO...
"ESPERA SÓ ATÉ CHEGAR EM CASA!"


Minha Mãe me ensinou sobre PACIÊNCIA...
"CALMA!... QUANDO CHEGARMOS EM CASA VOCÊ VAI VER SÓ..."

Minha Mãe me ensinou a ENFRENTAR OS DESAFIOS...
"OLHE PARA MIM! ME RESPONDA QUANDO EU TE FIZER UMA PERGUNTA!"


Minha Mãe me ensinou sobre RACIOCÍNIO LÓGICO...
"SE VOCÊ CAIR DESSA ÁRVORE VAI QUEBRAR O PESCOÇO E EU VOU TE DAR UMA SURRA!"


Minha Mãe me ensinou MEDICINA...
"PÁRA DE FICAR VESGO MENINO! PODE BATER UM VENTO E VOCÊ VAI FICAR ASSIM PARA SEMPRE."

Minha Mãe me ensinou sobre o REINO ANIMAL...
"SE VOCÊ NÃO COMER ESSAS VERDURAS, OS BICHOS DA SUA BARRIGA VÃO COMER VOCÊ!"

Minha Mãe me ensinou sobre GENÉTICA...
"VOCÊ É IGUALZINHO AO SEU PAI!"

Minha Mãe me ensinou sobre minhas RAÍZES...
"TÁ PENSANDO QUE NASCEU DE FAMÍLIA RICA É?"


Minha Mãe me ensinou sobre a SABEDORIA DE IDADE....
"QUANDO VOCÊ TIVER A MINHA IDADE, VOCÊ VAI ENTENDER."

Minha Mãe me ensinou sobre JUSTIÇA...
"UM DIA VOCÊ TERÁ SEUS FILHOS, E EU ESPERO ELES FAÇAM PRÁ VOCÊ O MESMO QUE VOCÊ FAZ PRA MIM!
AÍ VOCÊ VAI VER O QUE É BOM!"

Minha mãe me ensinou RELIGIÃO...
"MELHOR REZAR PARA ESSA MANCHA SAIR DO TAPETE!"

Minha mãe me ensinou o BEIJO DE ESQUIMÓ...
"SE RABISCAR DE NOVO, EU ESFREGO SEU NARIZ NA PAREDE!"

Minha mãe me ensinou CONTORCIONISMO.-..
"OLHA SÓ ESSA ORELHA! QUE NOJO!"

Minha mãe me ensinou DETERMINAÇÃO..-.
"VAI FICAR AÍ SENTADO ATÉ COMER TODA COMIDA!"

Minha mãe me ensinou habilidades como VENTRÍLOGO...
"NÃO RESMUNGUE! CALA ESSA BOCA E ME DIGA POR QUE É QUE VOCÊ FEZ ISSO?"


Minha mãe me ensinou a SER OBJETIVO...
"EU TE AJEITO NUMA PANCADA SÓ!"

Minha mãe me ensinou a ESCUTAR ...
"SE VOCÊ NÃO ABAIXAR O VOLUME, EU VOU AÍ E QUEBRO ESSE RÁDIO!"

Minha mãe me ensinou a TER GOSTO PELOS ESTUDOS..
"SE EU FOR AÍ E VOCÊ NÃO TIVER TERMINADO ESSA LIÇÃO, VOCÊ JÁ SABE!..."

Minha mãe me ajudou na COORDENAÇÃO MOTORA...
"AJUNTA AGORA ESSES BRINQUEDOS!! PEGA UM POR UM!!"

Minha mãe me ensinou os NÚMEROS...
"VOU CONTAR ATÉ DEZ. SE ESSE VASO NÃO APARECER VOCÊ LEVA UMA SURRA!"

Brigadão Mãe e Pai !!!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

PAIS E PROFESSORES: QUEM EDUCA E QUEM ENSINA?

Tentar estabelecer posições de pais e professores na educação de um estudante se faz necessário, já que eles mesmos se confundem na sua importância e na sua função diante de seus filhos e de seus alunos respectivamente. Os pais se tornam ausentes por um motivo ou outro e acabam por acreditar que eles aprendem na escola, pois lá é o lugar de se adquirir conhecimento. Não estão atentos às trajetórias de seus filhos e menos ainda participam de seu aprendizado, se envolvem mais com si e com o dia a dia. Não participam do seu desenvolvimento, estão ausentes as transformações a que eles estão sujeitos, não se relacionam com seus amigos e em fim não fazem parte do processo aprendizagem de seus filhos.

Os professores estão sobrecarregados exercendo a função de pais e educadores, tendo que ensinar desde bons modos e respeito até ao conteúdo programado. Muitos não são preparados para exercer este papel e ficam perdidos perante o seu dever de educador, sem falar nos que desistem da profissão, pois não se acham capazes de educarem jovens e crianças, o que na verdade não é exatamente o seu papel. Por estas e outras circunstâncias citadas, observa-se que pais e professores precisam dividir responsabilidades na criação de uma relação de trabalho que abrace a aprendizagem e a socialização da criança. Que devem caminhar juntos para a construção de uma educação, devem ensinar para também aprender.



O professor é uma fonte de ensino, mas acompanha muitos alunos ao mesmo tempo, e cada um tem suas particularidades, onde os pais fazem ai a diferença. Com certeza ser professor não é somente selecionar conteúdos e aplicá-los, é criar laços com seus educados e se envolver com a profissão, mas é bem aí onde se encontra outro pormenor. Será que para o professor poder exercer sua profissão ele precisa educar o aluno antes? Ele precisa ensinar bons modos e disciplina? São muitos questionamentos em torno dos fazeres destes profissionais. Aqui defendo a idéia de que a relação de aprendizado com os pais tem fundamental importância no despertar para o conhecimento. Ensinando o filho a aprender, ou seja, “Ensinar Aprendendo”. É notável que os professores possuam importância neste processo de aprendizagem que se inicia desde os primeiros anos de vida e pode perpetua sempre, pois o conhecimento é constante. Mas estes mestres continuam a partir de um passo inicial que começa em casa com a família, os pais são os responsáveis por este despertar. Os profissionais da educação além de ensinar conteúdos também devem ensinar para a vida, se envolver com a realidade de sua clientela, precisam ser educadores, atuando com amor a profissão, mas não podem desenvolver sozinhos a construção dos futuros cidadãos, afinal a sociedade precisa se renovar e ambos precisam entender que fazem parte deste processo.



Assim diz Augusto Cury: “Prepare seus alunos para explorarem o desconhecido, para não terem medo de falhar, mas medo de não tentar. Ensine-os a conquistar experiências(...).” (Cury 2005, pág.80). Deve haver uma educação para a vida, formar cidadãos de bem, envolver escola, conhecimento e família. Talvez fosse a solução de muitos problemas. Os educadores não podem ter medo dos desafios, eles são mediadores de conhecimento, o seu aprendizado também é constante para se prepararem para os desafios. Escola e sociedade: Unindo pais e professores, uma possível solução.

http://www.webartigos.com/articles/5478/1/Pais-E-Professores-Quem-Educa-E-Quem-Ensina/pagina1.html

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

ESCOLA MUNICIPAL HOMERO FRAGA - NOVA SANTA RITA

ESSE GRUPO PEGA JUNTO

O que é ser PROFESSOR?
Ser PROFESSOR não é apenas uma profissão, é um DOM,uma MISSÃO.
Quem não se lembra daquele(a) professor(a) do primário que ensinou como pegar no lápis para escrever, que ensinou a escrever seu nome?Todos nós lembramos!
Lembramos até mesmo daquele(a) professor(a) que pegava no nosso pé, sempre exigindo sua atenção...exigia porque sabia da sua missão de nos ajudar a trilhar nosso caminho, de nos mostrar a importância do conhecimento, de nos preparar para a vida!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Minha descendência

Família Pontin
Meu trisavô era Vincenzo Pontin
Nascido em Volpago Del Montello - Itália em 06/07/1827.casado com Maria Cândida Nandi -nascida em Venegazzú - Itália em 07/10/1837.Vieram ao Brasil em 1876 com três filhos: Petrônila, Domênico e Augusta.
Meu bisavô Domênico(Domingos)Pontin nascido em Volpago Del Montello - Itália
em: 25/02/1864 faleceu em Xaxim - Progresso RS em 03/05/1939 era casado com:
Magdalena Parolin tiveram dez filhos:
Augusto, Antônio, Amábile, Ângelo, Andréa, Ernesto, Eugênio, Cândida, João e Santina.
Meu avô era João Cândido Pontin
Nascido em Carlos Barbosa RS em 21/11/1900 faleceu em Xaxim - Progresso RS em 03/01/1988.Era casado com Clementina Rechia.Também tiveram dez filhos:
Olvides, Ignês, Darcy, Mario, Olivo, Arcênio, Olino, Élio, Dilvo E Lourdes. Meu pai é Élio Angelo Pontin